A medicina foi o primeiro setor brasileiro a ganhar uma norma específica de IA — a Resolução CFM 2.454/2026. Entenda o que ela exige. A dgm implementa IA não clínica em saúde. (Conteúdo informativo, não é orientação clínica ou regulatória.)
O que a Resolução estabelece
A Resolução CFM nº 2.454/2026 — primeira norma brasileira específica sobre IA na medicina — estabelece: (CFM)
- supervisão humana obrigatória — a palavra final é sempre do médico;
- vedação de delegar à IA a comunicação de diagnósticos e decisões terapêuticas;
- classificação por risco (baixo, médio, alto, inaceitável);
- conformidade com a LGPD;
- fiscalização pelos CRMs; descumprimento → sanções éticas, civis e penais.
Duas camadas: prática e produto
| Camada | Norma |
|---|---|
| Prática médica | Resolução CFM 2.454/2026 |
| Produto (software médico) | ANVISA RDC 657/2022 |
Como adotar com segurança
Começando pelos casos não clínicos (admin, agenda, documentação), que entregam valor sem entrar na regulação de dispositivo, com supervisão humana e controle de dados de saúde (sensíveis sob a LGPD). Veja IA para clínicas médicas e consultoria de IA para a saúde.
Onde a dgm entra
A dgm implementa IA não clínica na plataforma osFoundry, com dados sob controle. A responsabilidade clínica é do médico.
Agende uma conversa com a dgm. Conteúdo informativo; não substitui orientação clínica ou regulatória.