O setor financeiro adota IA há anos — mas no Brasil a régua é a governança de modelos sob o olhar do Bacen e da CVM. Entenda o que esperam. A dgm implementa IA com governança. (Conteúdo informativo, não é orientação regulatória.)
Banco Central
O Banco Central colocou IA entre as prioridades 2025-2026 e estuda os riscos do uso de IA por instituições (governança, explicabilidade, viés, caixa-preta). (ConvergênciaDigital) Não há norma do BC só de IA — vale a LGPD e as normas prudenciais.
CVM
A CVM alcança robo-advisors e recomendação automatizada pelas regras gerais de consultoria/administração de carteiras — registram-se e respondem como os equivalentes humanos. Espera-se transparência e auditabilidade.
Explicabilidade no crédito
O Art. 20 da LGPD dá direito de revisão de decisões de crédito automatizadas, e o BC espera governança de modelos. Modelos de score precisam justificar decisões e, em casos sensíveis, supervisão humana. Veja revisão de decisões automatizadas e IA para bancos.
Onde a dgm entra
A dgm implementa IA com governança de modelos, explicabilidade e controle de dados na plataforma osFoundry — cujo editor visual (osStudio) torna pipelines auditáveis. A responsabilidade prudencial é da instituição. Veja consultoria de IA para o setor financeiro.
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