Para uma startup de IA, capital privado e subvenção pública não competem — se somam. Entenda o papel do investidor-anjo. A dgm escopa a parte técnica que sustenta a tese. (Conteúdo informativo, não é consultoria jurídica ou de investimento.)
O que é o investidor-anjo
É uma pessoa (ou grupo) que aporta capital próprio em startups iniciais, em troca de participação ou contrato. O Marco Legal de Startups (LC 182/2021) deu segurança jurídica ao aporte, com proteção patrimonial ao investidor.
Capital privado vs. recurso público
| Fonte | O que é |
|---|---|
| Investidor-anjo | Capital privado (equity/contrato) |
| Subvenção | Recurso público a fundo perdido |
| Crédito | Empréstimo |
Uma startup pode combinar capital de anjo com subvenção (Centelha, FAPs) para financiar o desenvolvimento. Veja incentivos de inovação para startups de IA.
A tese precisa de tecnologia sólida
Investidores avaliam problema, mercado, time e tecnologia. Ter a parte de IA bem escopada e funcionando (MVP) fortalece a tese. Veja IA para startups.
Onde a dgm entra
A dgm escopa e constrói a parte técnica de IA (MVP, arquitetura) na plataforma osFoundry. A captação e a estruturação societária ficam com você, advogados e assessores.
A dgm ainda não integrou nenhuma empresa — dizemos isso abertamente. Agende uma conversa com a dgm. Conteúdo informativo; não substitui consultoria jurídica ou de investimento.